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IPRSW

Softswitch Classe 4/5

Softswitch Classe 4/5 nativo para o mercado brasileiro

Desenhado desde o núcleo para numeração E.164 nacional, DDD, localidades Anatel, portabilidade RN1/RN2, tipos de chamada regulatórios e rotas emergenciais.

“Softswitch classe 4/5 com a regulação brasileira de telecom no núcleo, não como adaptação.”

Visão geral

O IPRSW é um softswitch classe 4/5 nativo para o mercado brasileiro. Em vez de adaptar uma plataforma internacional ao Brasil, ele foi desenhado desde o núcleo para tratar numeração E.164 nacional, DDD, localidades Anatel, portabilidade (RN1/RN2), tipos de chamada regulatórios e rotas emergenciais. Construído sobre tecnologias maduras e de mercado — OpenSIPS 3.4, rtpengine, FreeSWITCH, MariaDB e Redis — e operado por uma interface administrativa web moderna, entrega roteamento multi-operadora confiável, tarifação em tempo real, segurança SIP robusta e operação sem downtime, com capacidade para milhares de chamadas por segundo.

Proposta de valor

Roteamento multi-operadora confiável, tarifação em tempo real, segurança SIP robusta e operação sem downtime — com cobertura regulatória brasileira de núcleo, não plugin.


Funcionalidades

O que o IPRSW faz

01

Roteamento inteligente multi-operadora

Seleção de carriers e trunks por plano de roteamento versionado e publicado de forma atômica. Múltiplas operadoras por chamada, failover automático (troca de trunk dentro da operadora e cascata para operadora alternativa) e rollback instantâneo — tudo sem reiniciar o sistema. Cada decisão de rota fica registrada e auditável.

02

Perfis de linha e catálogo de operadoras

Regras de perfil definem como cada linha entra no fluxo (rota nova, legada, origem confiável, bloqueio ou encaminhamento). Catálogo completo de carriers e trunks com limites de canais, timeouts individuais, quarentena automática de troncos com falha e templating de headers SIP por operadora.

03

Classificação brasileira de chamadas

Detecção automática de tipo de discagem — local fixo/móvel, longa distância nacional, internacional, 0800/0300, serviços especiais, ONNET e emergenciais (190/192/193) — a partir do número normalizado, com resolução de DDD, UF e localidade Anatel. Regras editáveis sem recompilar.

04

DIDs e portabilidade (RN1/RN2)

Gestão de números internos com suporte a portabilidade local e aplicação de formato de rota por operadora receptora (RN2), com fallback para o BDO. Rastreamento completo de portação no CDR.

05

Tarifação em tempo real e pré-pago

Reserva de saldo/franquia antes de aceitar a chamada, consumo na finalização e limpeza automática de reservas órfãs. Suporta pós-pago, pré-pago, quotas por linha/cliente, cadência de tarifação e cobrança reversa.

06

Segurança SIP e antifraude

Firewall dinâmico por IP, país e ASN; validação de identidade (anti-spoofing de CLI) contra a fronteira de confiança da linha; rejeição de origens desconhecidas; CPS global anti-flood; e motor antifraude comportamental com alertas em tempo real e suspensão condicional de linhas.

07

Tratamento de mídia

FreeSWITCH como media-server isolado: mensagens de áudio para chamadas rejeitadas (congestionamento, sem saldo, fora de horário, bloqueio, tarifa reversa) e normalização de SDP/codec via rtpengine — separando totalmente mídia do plano de sinalização.

08

Controle de capacidade e CPS

Limite de chamadas simultâneas e de chamadas por segundo por linha, cliente, trunk e endpoint, com enforcement de alta performance via Redis — protegendo a plataforma contra picos e abusos.

09

Siga-me e grupo de busca

Motor único de plano de entrega inbound: encaminhamento para múltiplos destinos com fallback, timeout progressivo e log por tentativa, incluindo destinos remotos (SIP URI), preservando identidade e bilhetagem.

10

Feature flags e operação sem downtime

Funcionalidades ligadas/desligadas em segundos, sem reinício, com log de auditoria — habilitando canário, rollout controlado e rollback com segurança.

11

Bilhetagem regulatória, CDR e observabilidade

CDR completo com campos regulatórios (operadora/trunk de saída, RN2, categoria de tarifa, destino portado, UFs, troncos tentados), dashboard em tempo real, alertas operacionais padronizados e CDR Viewer com filtros e exportação.

12

Administração web centralizada

Interface Vue 3 + PrimeVue sobre backend FastAPI, com autenticação JWT, tokens de acesso escopados, CRUD completo de toda a planta (endpoints, carriers, trunks, DIDs, dialplan, firewall), teste de dialplan/regex em tempo real, log de auditoria e reload de módulos OpenSIPS sem restart.

Diferenciais técnicos

Construído sobre tecnologia de mercado

Sinalização SIP (core) OpenSIPS 3.4 — classe 4/5, hot-path para milhares de CPS
Proxy de mídia rtpengine — SRTP, IPv4/IPv6
Media server FreeSWITCH (Docker) — áudios e tratamento de chamada
Banco de dados MariaDB — separação entre dados administrativos e operacionais
Cache / CPS Redis — enforcement de capacidade e plano ativo
Backend admin FastAPI async + SQLAlchemy
Frontend admin Vue 3 + PrimeVue + Vite
Firewall nftables com IPset
Cobertura nativa

Feito para o mercado brasileiro

Numeração

E.164, DDD, normalização nacional e internacional

Localidades

Resolução de UF e código de localidade Anatel

Tipos de chamada

LOC (fixo/móvel), LDN, INT, serviços especiais, ONNET

Portabilidade

RN1 / RN2 com formato de rota por operadora, fallback BDO

Especiais

0800 / 0300 / 0303 com cobrança reversa

Emergenciais

190 / 192 / 193 sem tarifação

Compliance

CDR com todos os campos regulatórios para auditoria

Dores que resolve

Problemas que o IPRSW elimina

  • Plataformas estrangeiras adaptadas ao Brasil: aqui a regulação brasileira é requisito de núcleo, não plugin.
  • Chamadas perdidas por falha de operadora: failover automático em cascata e rota versionada.
  • Fraude e spoofing de identidade (CLI): validação rigorosa, antifraude e firewall multicamada.
  • Quedas de performance sob carga: controle de CPS e capacidade, com caminho de chamada otimizado.
  • Divergência de cobrança no pré-pago: reserva antes de aceitar e conciliação no CDR.
  • Manutenção com downtime: feature flags e rollback sem reiniciar.
  • Troubleshooting às cegas: CDR detalhado, log de decisão de rota e trace seletivo.
  • Operação fragmentada: administração centralizada, visual e auditável.
Resumo executivo

Princípios de engenharia: zero hardcode (tudo configurável), uma fonte de verdade por conceito, plano de roteamento compilado e imutável (sem consultas pesadas no caminho da chamada) e "falhar alto" em vez de fallbacks silenciosos.

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